<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576</id><updated>2012-01-27T12:05:46.465-08:00</updated><category term='mentor'/><category term='cale a boca; futilidade; Lula; globalização; políticos; corrupção; luxo; Educação.'/><category term='sociedade'/><category term='significado implícito'/><category term='prova'/><category term='Twitter'/><category term='fala'/><category term='miniaturização'/><category term='desconfiança'/><category term='relacionamento'/><category term='O Enfermeiro dos Doidos'/><category term='mini-texto'/><category term='aluno'/><category term='Blendtec'/><category term='miniblog'/><category term='informação'/><category term='mobiliário'/><category term='mentoria'/><category term='LinkedIN'/><category term='confiança'/><category term='pensar'/><category term='pernas'/><category term='crise; valores'/><category term='suicídio; morrer; direito; dever; Código de Ética; Código Penal Brasileiro; Durkheim; France Telecom; Roh Moo-Hyuh; Leila Lopes'/><category term='liderança; organograma; funcionar; funcionário; trabalhador; corporação; fluxo comunicação; líder'/><category term='Estadão'/><category term='informacionalismo'/><category term='corpo'/><category term='pós-industrialismo'/><category term='discípulos'/><category term='aprendizage'/><category term='meios de comunicação de massa; aculturação; aculturamento; Indústria Cultural; Theodor Adorno; entretenimento; sensacionalismo.'/><category term='comunicação não-verbal'/><category term='punição'/><category term='Dell'/><category term='O Buscapé'/><category term='Jesus'/><category term='Chatter'/><category term='ensinamentos'/><category term='rosto'/><category term='valores'/><category term='ideias'/><category term='Facebook'/><category term='A Província de São Paulo'/><category term='Gazeta do Rio de Janeiro'/><category term='Correio Braziliense'/><category term='motorista'/><category term='mudança'/><category term='Othon M. Garcia'/><category term='MSN corporativo'/><category term='palestrante'/><category term='lei brasileira'/><category term='140 caracteres'/><category term='Teoria X'/><category term='Yammer'/><category term='Platão'/><category term='linguagem corporal'/><category term='administração; comunicação não-verbal'/><category term='Intermitências da Morte; temor.'/><category term='YouTube'/><category term='individualismo; egocentrismo; isolamento; indiferença; solidão; loucura; interesse; networking; vantagem; competição; dinheiro; consumo; bens; status; eminência.'/><category term='Sócrates'/><category term='Aristóteles'/><category term='relações interpessoais'/><category term='escritor'/><category term='Teoria Y'/><category term='face'/><category term='satisfação; acomodação; cliente; bar; lanchonete; restaurante; pizzaria; atendimento; produto; serviço; garçom'/><category term='morte; dor; Saramago'/><category term='Saramago'/><category term='proferssor'/><category term='multa'/><category term='cão; cachorro; humildade; incondicionalidade; amor incondicional; Romantismo; voluntário; status'/><category term='mão'/><category term='pós-modernidade'/><category term='Jornal de Notícias'/><category term='saber'/><category term='redes de relacionamento'/><category term='redes sociais'/><category term='terceira via'/><category term='entonação'/><category term='nota'/><category term='Orkut'/><category term='religião; organizações; Estado; igrejas evangélicas; liberdade de culto; candidato; cargo público'/><category term='objetos'/><category term='Max Weber'/><category term='Idade D´ouro do Brasil'/><category term='professor'/><category term='mensagem corporal'/><title type='text'>Anverso e Reverso</title><subtitle type='html'>Visualizar lados diversos ou opostos do que normalmente se vê, contradizer, revirar de ponta à cabeça, sacudir, voltar ao ponto de partida, mudar, transformar. 'Anverso e Reverso' traz textos com percepções e compreensões que abandonam as linhas retas, fogem do pensamento unidimensional, propondo a liberdade - com argumentos - de olhares e idéias. Participe desse diálogo!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-3486360931328280735</id><published>2012-01-27T11:46:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T11:46:02.399-08:00</updated><title type='text'>Professorar</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Professorar em casa; à beira da piscina ou nos banquinhos do condomínio, num amistoso bate papo com os vizinhos. Professorar junto da família, dos amigos mais íntimos e mesmo em reflexões com o animado, alegre, arfante e saltitante pet. Professorar ao pé do ouvido do companheiro sons suaves, melódicos, calorosos, apaziguadores; com os filhos e amiguinhos de vídeo-game, computador, pipoca na sala e guerra de farinha de trigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Professorar em sala de aula a olhos inquietos, desatentos, frenéticos de novidades ou aos que se consideram “sabedores do mundo”; do nível fundamental à pós-graduação, misturando e entrecruzando ideias, sentimentos, atitudes, socializações e aprendizagens. Professorar em palestras, cursos, treinamentos para jovens e senhores anônimos com elevada ânsia de saber.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Do latim ‘professóris’ ou “quem se dedica a”, o professor dedica grande parte da vida ao engrandecimento alheio. A etimologia da palavra revela, com sinceridade modesta, aquele que se expõe, se mostra, se desnuda, tendo por objetivo professar algo maior: a Educação. Também denominada ensino-aprendizagem, esse profissional reconhece a riqueza da comunicação, da interação, das trocas recíprocas. Em sua visão, não é apenas um repassador de informações (o mundo está exacerbado delas), mas um trilhador de caminhos; aquele que mostra e ajuda a abrir portas; auxiliador, conselheiro, mentor. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Acaba parecendo banal repetir que os professores do Brasil ganham um salário de miséria. Isso é fato e muito já se debateu sobre a superficialidade em que se tem transformado o ensino no país, com a repetição, ao longo dos anos, do modelo lousa e giz e do copia, repete e assimila; bem como da visão do aluno, por inúmeros e incontáveis governos, como um armazenador de conteúdos em compartimentos distintos e não-relacionáveis. Saber pensar (ligar dados, fatos e opiniões, construindo análise crítica) é prejudicial à política praticada hoje. Essas, porém, são outras - infinitas – discussões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Abordamos o professorar daquele que persevera, persiste, defende a procriação de valores humanos em indivíduos outrora anônimos, porém agora queridos; partes mobilizadas de seu si pelo outro. Ao perguntar a uma professora porque ela não havia tido filhos, respondeu-me: - Meus alunos são meus filhos. Como uma mãe zelosa e justa, não deseja imprimir dogmas étnicos, culturais, políticos, religiosos ou de gênero, mas mostrar que a sociedade pode ser reconstruída com base no respeito, na honestidade, na ética e na dedicação ao próximo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Encontrar alunos numa palestra ou no curso que você recomendou; receber mensagens carinhosas nas redes sociais; esbarrar com eles na livraria e, para sua surpresa, vê-los sobraçando o livro indicado em classe são indícios de uma recompensa coletiva valiosa, pois que largamente duradoura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-3486360931328280735?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/3486360931328280735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2012/01/professorar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3486360931328280735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3486360931328280735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2012/01/professorar.html' title='Professorar'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6053114147726514799</id><published>2011-09-05T07:32:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T07:39:34.530-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='YouTube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Facebook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='LinkedIN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Yammer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orkut'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MSN corporativo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dell'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blendtec'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes de relacionamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chatter'/><title type='text'>Caiu nas redes, já está fisgado!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mais de 700 milhões de usuários cadastrados no Facebook, mais de 100 mi no LinkedIN e no Orkut: números que, ao término deste artigo, já estarão ultrapassados. A velocidade é frenética. As Redes Sociais ou de Relacionamento seguem o mesmo princípio da mídia; se você não está na rede, não existe (mesmo que virtualmente). Se já caiu na rede, prepare-se não só para fazer ‘amigos’. Aprenda a gerenciar sua imagem e seus contatos profissionais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As Teorias Clássicas da Comunicação se veem ultrapassadas, pois a troca de mensagens há muito deixou de ser linear. O emissor não envia mais uma mensagem a um receptor que a codifica e repassa um &lt;i&gt;feedback. &lt;/i&gt;O contato ‘um para um’ ou ‘um para muitos’, ideia do jornal impresso, do rádio e da televisão, hoje significa milhões falando para milhões. No espaço virtual, onde todos conversam entre si, o &lt;i&gt;publishing&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;broadcast&lt;/i&gt; tradicional dão lugar ao &lt;i&gt;personal publishing, interactive publishing &lt;/i&gt;e ao &lt;i&gt;network publishing. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tom Dickson, presidente da Blendtec, empresa americana de eletrodomésticos, emplacou a ideia de ser seu próprio &lt;i&gt;manager&lt;/i&gt; organizacional. Ao postar vídeos no Youtube em que liquidificadores trituram e destroem bugigangas, brinquedos e produtos eletrônicos, ele aumentou em mais de sete vezes as vendas de produtos desde 2008. O vídeo em que o iPHone é destruído foi visto mais de 9 milhões de vezes. Um liquidificador Blendet hoje chega a custar R$785,00!! A receita? Vídeos curtos, simples, engraçados e estrelados pelo próprio Dickson, o que reflete em visibilidade e credibilidade para a Companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Dell sai na frente ao interagir com funcionários por meio do Chatter, de blog e MSN corporativos. Potenciais clientes são contatados pelo Twitter e Facbook (em que são postadas informações sobre lançamentos, promoções e ofertas-relâmpago). E se você quer trabalhar na Empresa, crie ou atualize seu perfil no LinkedIN. Mais de 95% dos funcionários são contratados após visualização do candidato na ferramenta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Empresas de Comunicação, consultorias e especialistas em monitorar e avaliar a imagem de empresários, artistas e celebridades nas redes sociais pipocam no mercado hoje. Um analista de Redes Sociais, formado em Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas, chega a ganhar R$ 5 mil mensais em São Paulo. &lt;i&gt;Adiós &lt;/i&gt;às montanhas de papel do &lt;i&gt;clipping&lt;/i&gt; impresso! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se você ainda não caiu nas redes, está na hora de criar, fortalecer e alavancar relacionamentos pessoais e profissionais. Defina seu objetivo e tipo de presença. Quero somente ficar em contato? Facebook. Quero mostrar que sei trabalhar em equipe e posso contribuir com os colegas do escritório? Chatter, Yammer e outras redes corporativas. Quero dividir ideias pessoas com pessoas dentro e fora da empresa? Blog, YouTube e Twitter. Estou crescendo profissionalmente? Seu espaço é no LinkedIN, Twitter e comunidades voltadas a setores específicos. No mais, boa escolha e suce$$o!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;(Este texto é um resumo da palestra ‘Redes Sociais como Ferramentas de Marketing’, ministrada na FAAP SJC em 25/08/2011).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6053114147726514799?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6053114147726514799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/09/caiu-nas-redes-ja-esta-fisgado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6053114147726514799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6053114147726514799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/09/caiu-nas-redes-ja-esta-fisgado.html' title='Caiu nas redes, já está fisgado!'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-3083284966278734440</id><published>2011-06-21T08:56:00.000-07:00</published><updated>2011-06-21T08:56:36.017-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intermitências da Morte; temor.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='morte; dor; Saramago'/><title type='text'>Acompanhantes da morte</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Acompanhar a morte de perto, mesmo que por um breve instante, constrói uma experiência quase inenarrável.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acercando-se súbita, sorrateira; ou sendo a dama previsível, que se encomprida em dias que se arrastam, sempre é única e eterna. Porque nos desperta sensações, vivências, sentimentos intensos, totais; também contraditórios, duvidosos, é que nutrimos por ela distância e proximidade, respeito e admiração. Somos “[...] uma sociedade dividida entre a esperança de viver sempre e o temor de não morrer nunca” (Saramago, J. Intermitências da Morte, p.71).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Todo o amor, o carinho e a atenção a nossos entes queridos parecem insuficientes no derradeiro momento. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Porque não sabemos o que lhes advirá (se realmente há algo pelo que esperar!); pela dor da perda presente; pelo desejo de que o tempo retroceda e voltem a nosso convívio. Por querermo-lhes tanto, mas tanto, caixão ao lado, rosto rubro compungido, seguramo-lhe as mãos, afagamos seus dedos, roupa, rosto, cabelos, na derradeira despedida, no intuito de que a esposa, o pai, o irmão ou o amigo falecido perceba que - ainda – ali estamos e que deles não desistiremos. Nunca. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Até os últimos minutos em que se tem ao lado, mesmo que plastificada, a pessoa tão querida, todas as mágoas são esquecidas, todos os erros perdoados. Um sentimento de culpa pesaroso invade amargamente aquele que lhe é mais próximo. Por que não lhe satisfiz aquele desejo? Por que não viajamos? Por que não aproveitamos mais a vida? Por que não lhe dei mais atenção? Por que não telefonei? Por que não tivemos filhos? Por que você tinha que ir? E me deixar? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Na esperança de que um último suspiro sobrevenha e de que você irrompa de uma possível vida suspensa, esperamos. Em vão. Nunca mais haverá tudo... nem opinião para mudar a seu respeito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Já é ocaso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-3083284966278734440?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/3083284966278734440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/acompanhantes-da-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3083284966278734440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3083284966278734440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/acompanhantes-da-morte.html' title='Acompanhantes da morte'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-2396190762586567648</id><published>2011-06-13T12:01:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T12:01:16.273-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estadão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Correio Braziliense'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idade D´ouro do Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Província de São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Buscapé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornal de Notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Enfermeiro dos Doidos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gazeta do Rio de Janeiro'/><title type='text'>Imprensa brasileira: a rotativa que não pára</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;No longínquo ano de 1548, um alvará de Dom João III autoriza um contrato com impressores da Universidade de Coimbra. É o exame pré-natal da imprensa portuguesa. No Brasil, pelos idos de 1808, começa a atuar a Impressão Régia. Órgão português encarregado da fiscalização das publicações, permite a circulação de dois jornais: Gazeta do Rio de Janeiro e Idade D´ouro do Brasil, veículos a serviço de Portugal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;O Brasil, país-colônia português, está dominado econômica, política e ideologicamente. O primeiro veículo nacional de contestação ao regime português tem boa índole: é crítico, antiabsolutista e defende a democracia. O Correio Braziliense ou Armazém Literário surge em 1808 e tem seus exemplares proibidos, apreendidos e quase condenados ao “fogo do inferno”. Ler esse jornal era violar a lei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Apesar de a imprensa ter chegado primeiro a Portugal, a distribuição dos jornais era similar. Negros e pobres iam em carroças levar as assinaturas de casa em casa. A Província de São Paulo era distribuída por um menino montado num cavalo com uma buzina, conforme o livro ‘Jornal, História e Técnica’, de Juarez Bahia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Depois surgem os pontos de venda, que realizam um “intercâmbio cultural”. Os jornais locais eram vendidos nos quiosques de Portugal e os de Portugal nos daqui. Tinham um pouco de tudo: jornais, arranjos de flores, cigarros, doces e variedades em geral. As bancas fixas só vão surgir no século XX, ensina Bahia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Vários jornais tiveram vida curta no Brasil. Uns por ser de oposição à Coroa. Outros por dificuldades econômicas agravadas pelo alto custo do papel e pelas impressoras rústicas. Jornais irônicos, que mal passavam da 2ª edição, como O Buscapé e O Enfermeiro dos Doidos, eram ideológicos, como quase todos os veículos na época do Império no Brasil. Em Portugal havia liberdade de imprensa na teoria e na prática, mas a maioria dos veículos relatava atos oficiais do governo português.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Dois grandes impressos dessa época, que circulam até hoje, tendo grande expressão, são O Estado de São Paulo, no Brasil, e o Jornal de Notícias, em Portugal. O Estadão surgiu em 1975 com o nome “A Província de São Paulo”. Procurava não criar atritos com o governo. Suas reivindicações eram a nível nacional. Pregava liberdade, igualdade de culto e separação Igreja/Estado. Destinado às classes A e B, tem formato standard (o chamado “padrão” no Brasil).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;O Jornal de Notícias surge em 1888, em Lisboa, e atinge as classes privilegiadas. De estilo tradicional e sóbrio, adota atualmente o formato de tablóide alemão, o maior em dimensões (centímetros) dos tablóides europeus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Na ditadura Vargas, a censura exercida pelo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) fazia com que veículos brasileiros buscassem alternativas para não desaparecer. Com um censor sempre à porta das redações, a maioria resolveu aperfeiçoar-se: rotativas mais ágeis, reformas no conteúdo, no formato. Em Portugal, um decreto de 1934 extingue os serviços da Universidade de Coimbra. Só em 1989 a imprensa da universidade é recriada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A dificuldade de ascensão da Imprensa brasileira não se deve só à censura de Portugal. Com a independência conquistada, foi vítima de governantes despóticos, períodos de inconsistência governamental, como o Regencial, e do troca-troca de militares no poder. Além de importarmos papel e tecnologia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;A maior prova da vitória da imprensa brasileira está no jornalismo contestador, que herdou as tradições do liberalismo político e das lutas sociais. Esse que sobrevive na pequena imprensa, nos órgãos alternativos que insistem em não sucumbir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Publicado no Jornal ‘A Tribuna’ (ES), coluna ‘Tribuna Livre’ em 27/03/2001 e na Revista Capixaba Agora, edição de nov./dez.2001.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-2396190762586567648?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/2396190762586567648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/imprensa-brasileira-rotativa-que-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/2396190762586567648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/2396190762586567648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/imprensa-brasileira-rotativa-que-nao.html' title='Imprensa brasileira: a rotativa que não pára'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-630040562496853537</id><published>2011-06-03T12:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T12:21:00.953-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='administração; comunicação não-verbal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liderança; organograma; funcionar; funcionário; trabalhador; corporação; fluxo comunicação; líder'/><title type='text'>Administrando Comunicação e Liderança</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Em alguns ambientes de trabalho ditos “modernos”, funcionários ouvem os colegas dizerem frases no corredor ou ao pé do ouvido como “aqui, manda quem pode e obedece quem tem juízo” e “fique quieto e faça seu trabalho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;A atitude reflete a estrutura piramidal de uma empresa, na qual predomina o fluxo descendente de comunicação. As mensagens, ou melhor, ordens da direção descem até os funcionários, devendo ser prontamente obedecidas sem questionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Os significados atribuídos à palavra “funcionar” (de onde deriva funcionário) em alguns dicionários, assim como as empresas autoritárias, também se encontram obsoletos. “Funcionar” remete a exercer as funções, trabalhar, subsistir. As definições remetem ao cumprimento de tarefas repetitivas, instruções normativas, procedimentos da rotina administrativa diária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Uma corporação que se baseia nesse fluxo não possui comunicação interdepartamental, trabalho em equipe e seus dirigentes não aceitam sugestões por parte do público interno (empregados). A atitude torna o ambiente de trabalho rígido e excessivamente formal, o que desgasta as relações hierárquicas e, consequentemente, a imagem da empresa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Por outro lado, a estrutura organizacional circular permite verificar a diferença entre o gerente e o coordenador (de tarefas) e o líder (de potencialidades). Nela, o fluxo de comunicação é horizontal. Com a diretoria acessível ao centro, os funcionários têm a liberdade de se reportar diretamente ao chefe, expressando a visão e as idéias que têm sobre a empresa, aptos a propor melhorias. São resultados, anseios, expectativas, sugestões e reclamações a respeito do ambiente de trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Assim contribuindo, o “funcionário” torna-se “trabalhador”. Mais do que parte da equipe, ele assume compromisso permanente com a empresa, um relacionamento que deve ser ético, baseado na confiança e na transparência de ambas as partes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Outra postura que contribui para o funcionamento harmônico de qualquer empresa é o incentivo às redes de comunicação. Elas podem ser formais (oficialmente inseridas na estrutura da organização) e informais (manifestações espontâneas, grupinhos, boatos). Se bem administradas, promovem conhecimento e troca de informações entre trabalhadores, também sendo vistas como oportunidade de lazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Para valorizar, no entanto, o relacionamento aberto entre pessoas de todos os níveis hierárquicos da empresa, há objetivos que devem ser perseguidos: a empresa deve possuir clima favorável ao compartilhamento de opiniões; o trabalhador deve se sentir valorizado intelectualmente e perceber que tem acesso ao mesmo nível de informação que seu superior. Além disso, algumas características devem ser valorizadas pela direção da empresa, pois irão contribuir, indiretamente, para uma melhor produtividade do trabalhador. São elas: abertura e flexibilidade nas relações de trabalho, foco na aprendizagem, consideração das diferenças individuais e equilíbrio entre tecnologia e contato humano, passando uma imagem de adequação e modernidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Administrar a comunicação entre os diversos níveis hierárquicos significa medir o entendimento e a aceitação das atitudes que daí advêm. Compreender as demandas, expectativas e necessidades dos vários níveis da organização. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Conquistar a liderança, portanto, consiste em sê-lo não somente entre determinados indivíduos (subordinados ou não), mas como resultado de um processo que necessita de abertura e que culminará no sucesso de toda uma corporação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 3.75pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; tab-stops: 237.75pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Publicado no Jornal ‘A Tribuna’ (ES), coluna ‘Tribuna Livre’ em 04/10/2006.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-630040562496853537?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/630040562496853537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/administrando-comunicacao-e-lideranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/630040562496853537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/630040562496853537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2011/06/administrando-comunicacao-e-lideranca.html' title='Administrando Comunicação e Liderança'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6534299733145758952</id><published>2010-08-11T11:21:00.000-07:00</published><updated>2010-08-11T11:21:55.665-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião; organizações; Estado; igrejas evangélicas; liberdade de culto; candidato; cargo público'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crise; valores'/><title type='text'>A crise dos valores: o quê e como pensar</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Há três séculos, o economista britânico Thomas Malthus já alertava sobre o aumento exponencial da população. Hoje, somente no Brasil, são mais de 192 milhões de habitantes (mal) distribuídos em 26 Estados. Indivíduos tão semelhantes em seu objetivo final - a busca da felicidade – mas abissalmente desencontrados num país de opiniões, interpretações, facções, divisões, influências, referências, tendências, valores e atos múltiplos, tendenciosos e egoísticos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Organizações, Estado e Igreja se propagam pluralistas e democráticos, pois desejam conquistar a adesão daqueles que lhes são mais consumidores do que cidadãos. Seus ‘súditos’ fiéis, fascinados e crédulos, contribuem - por meio de palavras (divulgação) e dinheiro - com a perpetuação do que acreditam ser correto, justo, adequado a seus interesses e aos do grupo a que pertencem. Essas instituições primevas realmente trabalham pela transmissão de valores como paz, ordem, ética, moral, bons costumes, dignidade e equidade em oportunidades? Qual é o nível de preocupação desses atores com a continuidade próspera da vida em sociedade? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Empresas que produzem e poluem a ritmo industrial, principalmente nas silenciosas madrugadas, querem nos convencer, por meio de gordos investimentos em publicidade e “responsabilidade social”, da preocupação com a sobrevivência das espécies e com o futuro do planeta. Isso sem mencionar o incentivo à compra compulsiva, irrefletida, irrestrita e o consequente descarte de produtos que ainda funcionam perfeitamente. Martelam nas mentes dos indivíduos (principalmente os da classe C) que ser ‘moderno’ é portar a última novidade em celulares, computadores portáteis, máquinas fotográficas, roupas e tantos outros bens com que nosso cartão de crédito consiga se endividar. Não só portar, mas exibi-los publicamente, a fim de que nosso ‘eu’ possa demonstrar diferenciação, superioridade e poder sobre o outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Candidatos a cargos públicos já desvirtuaram há muito a origem do termo latino. De cândidos, puros e éticos passaram a laranjas, pizzaiolos, fantasmas e até loucos, se for conveniente para angariar e preservar uns milhõezinhos. O Estado como originalmente concebido, a &lt;span class="apple-style-span"&gt;forma de organização do poder político soberano cujo fim é garantir segurança, justiça e bem-estar econômico e social, zelando pela não-violência e proteção dos indivíduos, transformou-se na estratégia de f&lt;/span&gt;azer e manter alianças. Questão de sobrevivência para os políticos e de subserviência daqueles que são, infelizmente, por eles ‘governados’.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;A liberdade de culto religioso no Brasil aliada à isenção fiscal, entre outras vantagens, resulta na multiplicação do que é hoje um comércio lucrativo. São cerca de 188 mil igrejas evangélicas, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;cujos nomes vão do estranho ao curioso: Associação Evangélica Fiel até Debaixo D’água; Igreja Batista da Pomba Sacrificada; Cruzada de Emoções; Igreja Pentecostal Jesus nasceu em Belém; Igreja Automotiva do Fogo Sagrado; Igreja Pentecostal do Fogo Azul; Igreja Filho do Varão, etc. Com tantos pastores ungidos pela urgência da multiplicação de fiéis, como avaliar qual interpretação da Bíblia é a mais correta? Quais desses valores (ou nenhum deles) as famílias devem escolher para ensinar a seus filhos? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;A sociedade, que somos todos nós, parece estar enfrentando, dia após dia, uma verdadeira crise dos valores contemporâneos. Por que, afinal, instituições que deveriam merecer nosso respeito e admiração teimam em querer nos dizer &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;o quê&lt;/b&gt; pensar em vez de nos ensinar a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;como &lt;/b&gt;pensá-lo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Melissa Lucchi é jornalista, mestre em Administração e professora universitária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;Obs.: artigo publicado no Jornal 'O Vale' em 11 de agosto de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6534299733145758952?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6534299733145758952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/08/crise-dos-valores-o-que-e-como-pensar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6534299733145758952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6534299733145758952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/08/crise-dos-valores-o-que-e-como-pensar.html' title='A crise dos valores: o quê e como pensar'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-3171949246825166186</id><published>2010-02-08T05:37:00.000-08:00</published><updated>2010-02-08T05:37:03.966-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='suicídio; morrer; direito; dever; Código de Ética; Código Penal Brasileiro; Durkheim; France Telecom; Roh Moo-Hyuh; Leila Lopes'/><title type='text'>O direito de morrer</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Sob condições de trabalho estressantes, 25 funcionários da France Telecom tiraram a vida entre 2008 e 2009. Acusado de corrupção, o ex-presidente da Coréia do Sul Roh Moo-Hyuh se atirou de um despenhadeiro (maio de 2009). Enxergava-se como um fardo para a família. Amigos contam que Michael Jackson carregava cartas de suicídio. O rei do pop teve infância pobre, pai conservador e desejava morrer jovem. Também visualizando a velhice como triste, problemática e por isso querendo evitá-la, a atriz brasileira Leila Lopes escolheu, serena, o direito de morrer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;No artigo 5º, a Constituição Brasileira trata do direito à vida. Direito e não dever! O dicionário Caldas Aulete define o substantivo masculino ‘direito’ como “autoridade ou prerrogativa de cobrar algo para si” enquanto dever significa “obrigação de fazer ou deixar de fazer alguma coisa imposta por lei”. Entende-se, assim, que qualquer brasileiro, estando ou não no perfeito uso de suas atribuições mentais e sejam quais forem as razões que motivem ou justifiquem seu ato, pode, caso deseje, dar fim à própria vida. Se a existência é um direito, e não um dever, não cabe aos indivíduos prestar contas ao Estado sobre suas particularidades. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;O Código Penal Brasileiro (artigo 122) não pune a tentativa de suicídio, visto não afetar outros nem prejudicar a paz social. No caso, porém, de pessoa que induz ou ajuda outra a cometer o ato, a pena é reclusão de dois a 12 anos. O Código de Conduta dos Jornalistas da Noruega afirma que suicídios e tentativas não devem ser mencionados na imprensa (artigo 4), mas não aponta causas nem consequências. Ainda mais vago é o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. O documento não menciona o suicídio diretamente. Limita-se a dizer que não se pode “usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime” (artigo 7) nem “divulgar informações de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos” (artigo 11). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Alguns profissionais da mídia argumentam que divulgar notícias de tentativas ou cometimento de suicídio é incitar outros indivíduos, principalmente os que possuam alguma tendência, a imitar o ato. Há muito essa tese está ultrapassada, como comprovou, na obra &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O Suicídio&lt;/i&gt; (1897), o fundador da Sociologia Émile Durkheim. O sociólogo defendia que o estilo de vida adotado nas sociedades é fator determinante para os tipos de suicídios praticados por seus membros. A ideia também vem sendo superada por veículos de renome nacional como a revista Veja, o jornal Folha de São Paulo e a Rede Globo, com notícias objetivas e imparciais sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Considerado crime pelo Estado e atentado à moral para diversas religiões, o suicídio provocou reações diversas na população durante vários séculos, entre elas pena, aversão e medo, conforme conta Durkheim. Na França de Luís XIV (1670) e na Inglaterra do rei Edgar (século X), o corpo do suicida era arrastado pelas ruas, seus bens confiscados e, sendo nobre, passava a plebeu. Nas sociedades greco-latinas, o suicídio legítimo era o autorizado pelo Estado, pois entendiam que, matando-se, o indivíduo fugia às obrigações perante a sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Mapeando os suicídios no continente europeu, o estudioso estabeleceu três tipos principais. No egoísta, o indivíduo, geralmente um intelectual, isola-se de outros por se considerar superior a tudo o que o cerca. Já o altruísta se vê tão integrado à sociedade que é capaz de dar cabo da existência por crer servir a uma causa maior. Os milhares de homens-bomba se enquadram facilmente nessa tipologia. O anômico, ao se dar conta de que vários sãos os cultos, costumes e modos de vida praticados, vê um mundo fragmentado que desmorona em torno de si, não se identificando com nenhuma abordagem. A atualidade é, realmente, variada em pontos de vista, tendências, gostos, costumes, atitudes! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;Se é verdade que “[...] o direito de viver parece implicar, logicamente, o direito de morrer” (Durkheim, p.366), não se trata de julgar ou condenar. Além disso: compreender e respeitar o livre arbítrio de cada um, seja por meio de matérias jornalísticas isentas, pelo estudo do tema ou através da ruptura com pré-conceitos estabelecidos em nossa sociedade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-3171949246825166186?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/3171949246825166186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/02/o-direito-de-morrer_08.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3171949246825166186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3171949246825166186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/02/o-direito-de-morrer_08.html' title='O direito de morrer'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-2261538336956110289</id><published>2010-01-25T09:39:00.000-08:00</published><updated>2010-01-25T09:39:13.437-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='satisfação; acomodação; cliente; bar; lanchonete; restaurante; pizzaria; atendimento; produto; serviço; garçom'/><title type='text'>Do hábito à tradição: os eternos satisfeitos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ir à pizzaria é tão revoltante quanto fazer uma refeição num restaurante badalado ou pedir comida em casa. Motivos: a qualidade dos alimentos e o atendimento. Comecemos com a pizza, um dos pratos de melhor aceitação no mundo. Lembro-me na adolescência (e isso não faz tanto tempo!) de ir comer pizza com meus pais e receber um cardápio variado de ingredientes e combinações, seguido da entrega de pizzas rechonchudas no recheio e nas bordas. Hoje se tem um cardápio “elegante”, com nomes estrangeiros e pouquíssima substância. Comemos pizza de queijo com mais alguma coisa (+ champignon, palmito, milho ou somente mais queijo!). Num rodízio, paga-se caro para comer queijo de uma maneira ‘nunca vista’, o garçom enxerga a sua mesa a cada 30 minutos e o prato chega requentado e oleoso!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Um restaurante famoso aqui em São José dos Campos, São Paulo, faz pesados investimentos em mídia, mas ganha nota zero no quesito higiene. Ao conhecê-lo junto a alguns amigos encontramos: um rato saindo pela porta lateral; duas baratas no parquinho das crianças e um fio de cabelo no osso da costela bovina. Sem mencionar que os atendentes pareciam ter ido plantar as árvores das frutas pedidas para os sucos naturais e o gelo dos refrigerantes já havia derretido há tempo. Será que os proprietários de estabelecimentos comerciais do ramo alimentício avaliam que prestamos um favor a eles ao irmos à sua loja? Aonde foi parar aquele velho provérbio que diz “o cliente tem sempre razão”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;O atendimento pode ser ruim porque, justo naquele dia, o garçom se desentendeu com a mulher; o salário que recebe está bem abaixo do pago à categoria; o chefe o tratou com desrespeito e por aí vai. Seriam motivos para ele descontar em quem, ao final das contas, paga o seu ordenado? Imagine se, a cada buzinada que recebêssemos no trânsito, retrucássemos com socos e pontapés? A questão principal, no entanto, vai além: muitíssimo pior do que o brasileiro ter ao seu dispor restaurantes, lanchonetes, bares, padarias, pizzarias, etc. oferecendo serviço de péssima qualidade, somos nós, os clientes e avaliadores finais, aceitarmos esse serviço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Alguns, ao perceberem que o nível geral do que é oferecido caiu em qualidade, acomodam-se e passam a acreditar que a vida é assim mesmo: os preços sobem, o salário estagna, os produtos estragam rapidamente, os serviços são mal executados.... e o experimentar de uma vez acaba virando um hábito que, aos poucos, torna-se tradição. Assim o estabelecimento continua funcionando, produzindo e atendendo mal, mas aquecendo a economia. Esses são os eternos satisfeitos (ou acomodados), em quem os outros sempre podem pisar um pouquinho mais.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-2261538336956110289?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/2261538336956110289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/01/do-habito-tradicao-os-eternos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/2261538336956110289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/2261538336956110289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/01/do-habito-tradicao-os-eternos.html' title='Do hábito à tradição: os eternos satisfeitos'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6041062819693916017</id><published>2010-01-20T10:14:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T10:14:17.940-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cão; cachorro; humildade; incondicionalidade; amor incondicional; Romantismo; voluntário; status'/><title type='text'>Humildade: desafio de amor incondicional</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Funcionar 100% baseado na troca. Isso é possível? Adolescentes idealizam o namorado ‘perfeito’ com as qualidades descritas minuciosamente. Adultos reivindicam relacionamentos equitativos, igualitários, compreensivos, com confiança e respeito. Na vida pessoal e no trabalho, anseia-se por um ambiente equilibrado, em que pessoas entendam que outras têm história e experiência de vida diferentes. O que esses indivíduos que esperam sempre ganhar (crendo-se disso merecedores) têm a oferecer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Incondicionalidade. Aquilo que não impõe condições e/ou restrições. No mundo real, um dos substantivos mais complicados de se transformar em verbo. Qual é a ação exercida hoje, no que se refere à amizade, ao relacionamento amoroso, ao cotidiano de trabalho e mesmo de lazer, em que algum interesse (ou troca) não esteja implícito? O amor incondicional da época literária do Romantismo, de paixões platônicas e herois destemidos, pode ser visto hoje numa das relações que considero das mais sinceras: o sentimento que une homem e animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Trata-se aqui dos animais domesticáveis, principalmente o cão. Dele alguns gostam independente de destroçar o chinelo, puxar roupas e cabelos, latir, uivar ou roer os rodapés da casa para chamar atenção. Isso é amor incondicional. Essas pessoas são especialíssimas porque, pacientes, praticam a qualidade, cada vez mais rara, da humildade. Têm despojamento, simplicidade, modéstia. Vêem que todos têm limitações e, por isso, aprendem permanentemente, seja interagindo com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;businessmen&lt;/i&gt; ou com um vira-lata abandonado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;É gratificante conhecer pessoas que se dedicam a encontrar um lar para animais de rua, voluntariando-se em cuidar dos mesmos incondicionalmente. De suas pulgas, carrapatos, piolhos, sarnas, limpando urina, fezes, dando banho, fornecendo amor, carinho, atenção e uma oportunidade de vida melhor. Isso é realmente praticar o conceito da expressão ‘ser humano’, cujo sentido original remonta à bondoso, humanitário, generoso para com o próximo. Sendo esse próximo sim, um cachorro! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ao comentar com duas conhecidas sobre a vontade de ter um cãozinho, obtive reações diversas. A primeira valorizou o ato como símbolo de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;status&lt;/i&gt;, isto é, se o cachorro fosse de raça “nobre e chique”. A segunda fez uma feição de nojo imensa ao se imaginar recolhendo as fezes do animal, após passear com o mesmo. Ambas esquecem os benefícios físicos e mentais de ter um animalzinho: relaxamento, companhia, prática de caminhadas, além das vantagens para pessoas com deficiência visual, auditiva e motora. Quem sabe assistir à história do leão Christian as convença... (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=J_Lyts9GBLM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=J_Lyts9GBLM&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6041062819693916017?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6041062819693916017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/01/humildade-desafio-de-amor-incondicional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6041062819693916017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6041062819693916017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2010/01/humildade-desafio-de-amor-incondicional.html' title='Humildade: desafio de amor incondicional'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-1202204374234203669</id><published>2009-12-21T03:26:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T03:28:19.337-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cale a boca; futilidade; Lula; globalização; políticos; corrupção; luxo; Educação.'/><title type='text'>O reino encantado da futilidade ou  A quem dizer ‘cale a boca’!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Era uma vez um presidente chamado Lula, que vez ou outra demonstrava seus fabulosos conhecimentos de Geografia, Economia e Língua Portuguesa para os súditos. Alguns, menos abatidos, gritavam: “ô, presidente, pense primeiro e fale depois!”. Ou: “que tal contratar um assessor de comunicação e imagem para preparar vossa excelência para pronunciamentos, discursos e entrevistas?”. Se pudesse, eu perguntaria ao ‘companheiro’ por que não adotar essa atitude, que contribuiria em muito para amenizar as críticas cortantes e reafirmar a importância da Educação para o futuro do povo brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;No reino também havia &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fait-divers&lt;/i&gt; diários, com suas celebridades platinadíssimas, gostosas e semi-nuas; fofocas sobre quem casou, descasou, matou, morreu, procriou ou azucrinou alguém, o que usou, onde, quando e quanto sucesso fez. As notícias de entretenimento crescem tal erva daninha. Sabe aquela tiririca que seu pai sempre arrancava do jardim pela raiz para não matar as outras plantas? Quanto mais quer se livrar dela, mais a danada prolifera e empesteia tudo. As inutilidades arborecem e os frutos estão aí: indivíduos-zumbis criando realidades paralelas e eternamente infelizes por não atingirem a ‘perfeição’ dos ‘astros’ da telinha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Esquecidos da globalização, esse ser supremo e invisível que torna bens tão homogêneos, os indivíduos supérfluos enxergam o luxo numa sandália de dedo confeccionada ao preço de 1 yuan por um operário chinês explorado à míngua ou produzida logo ali, no Pólo Industrial de Colatina, Espírito Santo. E nesse ritmo são consumidas calças, bolsas, cintos, acessórios... movimentando o mercado, fortalecendo a economia e, claro, tornando as pessoas mais desejosas de se desfazer dos utensílios antigos, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;démodé&lt;/i&gt;. E aí entra o generoso papel da doação aos desprovidos. Quanta caridade! Ahh! Calem a boca!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Que calem a boca, urgentemente: os consumistas desenfreados e irrefletidos; os políticos corruptos que não prestam contas à população ou não se suicidam; os que criticam sem ler, ver ou ouvir a obra; os que são desrespeitosos com empregadas domésticas, garis, porteiros, professores, pais, mães, amigos e desconhecidos em geral e os que querem mandar calar-se apenas para contradizer, e não porque apresentam argumentos lógicos para tanto.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-1202204374234203669?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/1202204374234203669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/o-reino-encantado-da-futilidade-ou-quem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/1202204374234203669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/1202204374234203669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/o-reino-encantado-da-futilidade-ou-quem.html' title='O reino encantado da futilidade ou  A quem dizer ‘cale a boca’!'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-5285399181967564684</id><published>2009-12-14T06:31:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T06:31:20.214-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='meios de comunicação de massa; aculturação; aculturamento; Indústria Cultural; Theodor Adorno; entretenimento; sensacionalismo.'/><title type='text'>Aculturação da cidadania e fortalecimento da hipnose midiática</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Aculturação: processo pelo qual indivíduos, grupos sociais ou povos absorvem elementos de outra cultura, podendo ter, em relação a eles, reações que vão da aceitação e adaptação à resistência ideológica, fuga ou destruição de preceitos e portadores. Cidadania: conjunto de direitos civis, políticos e sociais de indivíduos membros de um Estado que devem obediência às leis e ao Governo, com direito à proteção. Hipnose: espécie de torpor, sonolência ou passividade perante as sugestões de um hipnotizador. Mídia: meios de comunicação como jornal, televisão, cinema, rádio, propaganda e Internet (Dicionário Aulete Digital). Unir esses termos num todo lógico é escancarar a influência e manipulação da mídia de massa, principalmente a televisão, sobre os milhões de pessoas que compõem a sociedade ocidental. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Acostumamo-nos, lenta e progressivamente, a ouvir, ver, ler e clicar em mensagens que não nos indicam, e sim &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;induzem&lt;/b&gt; os assuntos sobre os quais é “imprescindível” que estejamos informados - como se isso fosse a coisa mais natural do mundo! ‘Globo e você: tudo a ver’ (Rede Globo de Comunicação); ‘As notícias mais importantes do dia’ (Jornal Nacional); ‘A rádio que toca notícia’ (CBN); ‘Em 20 minutos tudo pode mudar’ (Rádio Bandeirantes) são alguns slogans repetidos incansavelmente. Eles mostram que a Escola da Comunicação denominada Indústria Cultural continua viva, atuante e alienadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;A Corrente Teórica propunha, já no início de 1900, que a influência dos meios de comunicação de massa provoca a paulatina substituição do cidadão pelo consumidor. Aquele, com a consciência adormecida, não mais reivindica melhorias e transformações em suas condições de existência. Hipnotizado e conformado, é um animal dócil que se deixa seduzir pela aparência e necessidade permanente de consumo e entretenimento, auxiliando a perpetuar a produção em massa de mercadorias padronizadas e a audiência de programas sensacionalistas, de fofocas e amenidades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Com a multiplicação de credos e religiões, a diminuição das famílias numerosas, os deslocamentos geográficos constantes e os escassos amigos, entre outros fatores, o homem tem seus laços sociais enfraquecidos. Cada vez mais distantes uns dos outros, mesmo que próximos fisicamente, os indivíduos vão perdendo a capacidade de se organizar para construir uma cultura independente, que nasça espontaneamente das massas e que reflita uma inteligência coletiva, que agrege além de informação: conhecimento, valor, saber. O sociólogo Theodor Adorno (1903-1969) afirmava a perigosa subliminaridade das mensagens comunicativas vazias. “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Quanto mais completo o mundo como aparência, tanto mais inescrutável a aparência como ideologia”. A aparente inocência midiática adentra os lares e hipnotiza muitos diariamente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-5285399181967564684?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/5285399181967564684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/aculturacao-da-cidadania-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/5285399181967564684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/5285399181967564684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/aculturacao-da-cidadania-e.html' title='Aculturação da cidadania e fortalecimento da hipnose midiática'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6676520442453585337</id><published>2009-12-02T06:53:00.000-08:00</published><updated>2009-12-02T06:53:47.963-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='individualismo; egocentrismo; isolamento; indiferença; solidão; loucura; interesse; networking; vantagem; competição; dinheiro; consumo; bens; status; eminência.'/><title type='text'>Individualismo, atenção e gentileza: o que os homens esperam do outro</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ao abordar o perfil dos adolescentes e jovens brasileiros – o que querem e como são as relações com família, amigos e conhecidos - os veículos de comunicação não cansam de repetir sobre o distanciamento presencial e a simultânea empatia com o ‘mundo encantado’ da &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;World Wide Web.&lt;/i&gt; Assim como eles, adultos também carregam sua bolha de ar portátil, fecham-se em sua concha imaginária, lacram-se em seus apertamentos (sem sequer conhecer ou cumprimentar o vizinho de porta!). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Esse isolamento voluntário de milhões de indivíduos contribui para a construção de realidades particulares, imaginárias, centradas num ‘eu’ gigantesco e ensimesmado. Reinventando a Caverna de Platão, percebe-se que as pessoas vivem fechadas em seu mundinho particular, enxergando somente o que querem ver. Ocupadas demais com os próprios problemas e em alardear aos quatro cantos seu “imenso” conhecimento, distorcem a realidade (vista como sombras). O distanciamento interpessoal e o individualismo são consequências do sistema capitalista, que transfigurou o ‘ser humano’ em interesse; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;networking&lt;/i&gt;; vantagem; competição; dinheiro; consumo; bens; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;status; &lt;/i&gt;eminência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ao mesmo tempo, o bicho-homem precisa do coletivo, pois se sente frágil, solitário, não-compreendido, mal-amado; perdido na imensidão de egos desencontrados. Espera daqueles que lhe são próximos atenção, companhia, palavras de alento, sinceridade. Nesse cenário de indiferença, do ‘salve-se quem puder’, gentilezas sutis ainda fazem a diferença. Recordo minha ida a Salvador, sentada para o café da manhã no restaurante do hotel, onde uma baiana tradicional, morena sorridente de meia-idade, entregava talheres e guardanapos limpos. Um sorriso meu como retorno, acompanhado de ‘bom dia’, ‘por favor’, ‘que manhã linda!’ ou ‘como você está hoje?’ retornam comentários de “como ela é educada!”. Atitudes e frases simples, sinceras e positivas modificaram o dia de trabalho – e a alegria - de uma desconhecida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Infelizmente, o homem nem sempre age dessa forma em relação a seu semelhante. Para substituí-lo, ele adotou o animal de estimação. Cães, gatos e outros ‘entes queridos’ estão lá para nos ouvir, aceitam-nos como somos, não reclamam (mas ficam tristes) se gritamos com eles e sempre estão prontos para um passeio onde quer que seja. Eles são como personagens que ratificam a imagem que fazemos de nós mesmos. Se nos aceitam, é porque somos pessoas agradáveis, corteses, de bem com a vida, “zero defeitos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Essa é a “verdade” que o homem concebeu para si mesmo e na qual vem se afundando: individualismo, egocentrismo, isolamento, indiferença, solidão. Até chegarmos todos à loucura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6676520442453585337?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6676520442453585337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/individualismo-atencao-e-gentileza-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6676520442453585337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6676520442453585337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/12/individualismo-atencao-e-gentileza-o.html' title='Individualismo, atenção e gentileza: o que os homens esperam do outro'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6316673512751452638</id><published>2009-11-05T09:33:00.000-08:00</published><updated>2009-11-05T09:33:51.199-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='discípulos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escritor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mentoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sócrates'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='proferssor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='palestrante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mentor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Platão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saber'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jesus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensinamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aristóteles'/><title type='text'>Onde estão nossos mentores?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Na Grécia Antiga, entre 300 e 400 a.C, já existia o prelúdio da ideia de mentoria. Após ser pupilo de Sócrates, Platão atuou como mentor de Aristóteles que, por sua vez, foi professor do rei Alexandre o Grande, da Macedônia. Jesus Cristo tinha 12 discípulos, aos quais transmitia seus ensinamentos (de amor a Deus e ao ser humano). Homens que agiam como multiplicadores do Evangelho, levando às pessoas palavras de vida, esperança e fé. Nas Corporações de Ofício (século XII), mestres e aprendizes exerciam as mesmas tarefas. Nos dias de hoje, as figuras que melhor ilustram esse ideal são as do professor e do escritor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Apesar de o Ministério da Educação (MEC) afirmar, vez por outra, que o salário do professor aumentou alguns porcentos, os valores pagos à maioria não quantificam dignamente um profissional que lida com uma atividade qualitativa, imaterial: o conhecimento. Mesmo atuando num modelo de educação prescrito, que ainda privilegia a memorização e o acúmulo de informações, muitos docentes (aqui incluídos os de níveis fundamental, médio e superior) acreditam no ensino-aprendizagem, esforçando-se para educar os alunos - mesmo com precárias condições de infra-estrutura - sobre a importância da reflexão como porta para oportunidades futuras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Trabalhe o escritor com o ramo literário ou jornalístico, também ele é mentor extremamente relevante para o futuro de nosso país. Vem dele a iniciativa, a audácia e a liberdade de empreender o texto; encadeamento de palavras e frases escritas que traz, no conteúdo e na forma, o potencial das interpretações, da formação de opiniões críticas, da mobilização e da reconstrução de ideias. O escritor é o amigo distante que deseja externar e compartilhar conosco o que e como pensa a respeito de algo, tornando-nos eternos aprendizes, de quem se espera, dentre outras coisas, amadurecimento nas relações pessoais e profissionais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Nas sociedades ocidentais, em que a posse de bens (o ter) é mais valorizada do que o pensar e o saber, como ocorre nas orientais, o mestre, mentor, tutor, orientador, facilitador ou ‘abridor’ de portas está cada vez mais difícil de encontrar. Afinal, quem, em sã “consciência”, sobrevivendo num país individualista, consumista e de falsa democracia tem interesse em ‘gastar’ o precioso tempo em orientações se essas não lhe trazem algum benefício? Minha sincera admiração a todos que se fazem ouvir, pela fala ou escrita, preocupando-se e dedicando-se a mobilizar razão e sentimento de outros. Uma admiração eterna à minha orientadora de dissertação, professora doutora Mônica de Fátima Bianco; ao escritor Maurício Cintrão e ao jornalista Alexandre Alves (os últimos, exímios palestrantes): seres humanos que têm a decência de praticar a palavra bondade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6316673512751452638?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6316673512751452638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/11/onde-estao-nossos-mentores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6316673512751452638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6316673512751452638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/11/onde-estao-nossos-mentores.html' title='Onde estão nossos mentores?'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-6051234231741028034</id><published>2009-10-29T09:52:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T09:52:54.984-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aprendizage'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='motorista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria X'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Max Weber'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mudança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='punição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aluno'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prova'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei brasileira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='multa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='professor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Teoria Y'/><title type='text'>Aprendizagem por meio da punição</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Impressiona-me e me causa imensa revolta o fato de que a aprendizagem, na maioria das vezes, ocorre – e funciona! – por meio da punição. Adolescentes, jovens e adultos desejam, cada vez menos, o ‘aprender por aprender’. Esteja o aprender ligado à elevação do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;background &lt;/i&gt;cultural e à consequente possibilidade de enxergar o mundo sobre vieses diversos ou mesmo visando atrair a garota bonita do bairro numa conversa inteligente, ‘antenada’ aos acontecimentos e fatos da atualidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Para se tornar interessante a algumas pessoas, o “aprender” deve estar ligado a alguma vantagem que será obtida em dada situação. Quanto mais isso ocorrer em detrimento de outro indivíduo, mais atrativa - para uns - parece a atitude. Algo semelhante ao famoso ‘jeitinho brasileiro’. Por exemplo: o aluno não tem a menor ideia do conteúdo da avaliação e não faz esforço algum para estudar. Ele pensa que, após a prova, pode dizer à professora que passou mal e ela lhe dará outra oportunidade. Se o docente assim age, o aluno assim fará na vez seguinte. Se a atitude é a punição com nota zero, o estudante repensará a posição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Sinto-me péssima ao revelar isso, mas tenho &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;pena&lt;/b&gt; de certos alunos. Mesmo que o professor se dedique em metodologias dinâmicas, atrativas, o estudante imaturo se esforça minimamente para obter a média nas disciplinas: não lê os textos requisitados, não estuda em casa nem faz os exercícios. Isentando-se de pensar e de refletir sobre os conteúdos, o senso crítico desse aluno é baixíssimo, tendo dificuldade para interpretar um filme antigo ou questionar pontos de vista contraditórios. Como não possui postura pró-ativa, resta ao professor aplicar a temida prova, que nada mais é do que o encaixotamento de alunos de individualidades diversas dentro de um mesmo pacote que é categórico e limitado ao afirmar que os alunos “compreenderam” o conteúdo ministrado. Nessa avaliação escrita, individual e sem consulta, o medo e a possibilidade da punição reaparecem e o “sucesso” se resume à nota obtida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;O sistema de leis brasileiro também está firmemente baseado na punição. Será que o motorista apressado que ‘corta’ outros veículos pela direita e dirige com farol alto à noite ultrapassa a velocidade permitida nos radares eletrônicos e o sinal vermelho? Supondo que ambos os mecanismos estejam em perfeito funcionamento, esse condutor sabe que, no primeiro caso, receberá uma multa generosa e no segundo pode ter o veículo amassado em decorrência de uma colisão com outro que trafegue na pista em 90 graus. Caso não sofresse com os prejuízos de suas ações, será que esse motorista respeitaria as leis de trânsito porque realmente acredita que são corretas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise de empregabilidade e o trabalho numa organização burocrática, autoritária, também podem inibir a manifestação de opiniões divergentes, inovadoras se o medo de errar (e de ser punido) aparece. O funcionário criativo pode preferir se calar, perdendo a empresa grandes oportunidades de mudança. Nos dias atuais, parece que o líder autoritário de Max Weber ainda ganha do líder carismático e a Teoria X prevalece sobre a Y, demonstrando que há indivíduos que preferem a tranquilidade das vantagens e regalias sem esforço em detrimento do mérito conquistado por meio de trabalho árduo e competência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-6051234231741028034?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/6051234231741028034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/aprendizagem-por-meio-da-punicao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6051234231741028034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/6051234231741028034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/aprendizagem-por-meio-da-punicao.html' title='Aprendizagem por meio da punição'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-3455008925633017799</id><published>2009-10-22T11:47:00.000-07:00</published><updated>2009-12-06T05:41:14.307-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='miniblog'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saramago'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Othon M. Garcia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mini-texto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='140 caracteres'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='miniaturização'/><title type='text'>A miniaturização do texto e a desinformação do leitor</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;Parece que rompemos o ciclo ‘dados + informações = acúmulo de conhecimento = aprendizagem’. Hoje, inebriados e plugados 24 horas na Internet, acreditamos estar conectados a um mundo riquíssimo de tecnologias e informações que nos fazem modernos, atualizados, ‘da hora’, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;top.&lt;/i&gt; Não se ignora aqui a existência de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;websites &lt;/i&gt;com textos literários riquíssimos; outros trazendo matérias jornalísticas interpretativas e bem apuradas, além de artigos, ensaios e crônicas de opinião embasada. É notório, no entanto, o mar alucinante de estímulos (cores, sons, luzes, vídeos, textos, imagens, links) a que estamos submetidos; a avalanche de informações desencontradas, incompletas ou equivocadas, além do entretenimento que conforma, aliena, ao invés de educar e conscientizar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;Pedaços de “informação(?)” estão presentes naquela que é uma das mais novas febres em nível internacional: a miniaturização do texto. Os ágeis 140 caracteres de miniblogs como o Twitter refletem a correria da atualidade pós-moderna. A todo tempo e em qualquer lugar, a sociedade sussurra aos ouvidos dos indivíduos de classe média e emergentes: possua nível superior; tenha um bom emprego; pratique atividades físicas; aprenda idiomas estrangeiros; conheça as ferramentas da Internet e construa sua rede de relacionamentos virtual, e finalmente, consuma, consuma, CON-SU-MA!&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;‘Enxugar’ um texto (literário ou informativo) a ponto de resumi-lo a uma única frase não me parece instigar a imaginação e a criatividade dos leitores, como afirmam alguns. Se esse leitor não possui um arcabouço de leituras anteriores e, consequentemente, parco vocabulário e linhas de pensamento mal-articuladas, o enxugamento textual pode ter efeito contrário: o de limitar ainda mais a amplitude de possibilidades interpretativas desse público, que se contentará com um conteúdo rápido, superficial e desinformativo, que vai retirando dele, aos poucos, seu poder de compreensão, análise crítica, reflexão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;A idéia não é censurar a amplitude e a democratização de formas textuais diferenciadas, mas incentivar, principalmente no público jovem, o acesso a conteúdos que permitam a ele estabelecer conexões entre temas aparentemente desconexos; que façam-no concordar ou discordar total ou parcialmente, que permitam a ele vislumbrar e &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;criar&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ideias&lt;/b&gt; a fim de capacitá-lo para atuar como partícipe, incentivador e protagonista de mudanças sociais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: 10pt;"&gt;Essa questão já preocupava o pensador e linguista Othon M. Garcia em 1967. Othon explica que “Aprender a escrever é, em grande parte, senão principalmente, aprender a pensar, aprender a encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como não é possível dar o que não se tem, não se pode transmitir o que a mente não criou ou não aprovisionou”. O sábio escritor José Saramago afirma sobre o Twitter: “Os tais 140 caracteres refletem a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido”. Louvados sejam, pensadores! Salvem-nos do afogamento na ignorância e da volta à barbárie!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;Obs.: publicado no Jornal Valeparaibano, editoria 'Opinião', em 06/12/2009. Disponível em:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: arial, sans-serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://www.valeparaibano.com.br/jornal/valeparaibano/vp00140/vp00140Integra.jsp?origem=TemplateInicial&amp;amp;Template=12&amp;amp;Chamada=1&amp;amp;codEdicao=06122009" style="color: #0089aa; font-size: 11pt;" target="_blank"&gt;http://www.valeparaibano.com.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;br/jornal/valeparaibano/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;vp00140/vp00140Integra.jsp?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;origem=TemplateInicial&amp;amp;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;Template=12&amp;amp;Chamada=1&amp;amp;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;codEdicao=06122009&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-3455008925633017799?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/3455008925633017799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/miniaturizacao-do-texto-e-desinformacao_22.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3455008925633017799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3455008925633017799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/miniaturizacao-do-texto-e-desinformacao_22.html' title='A miniaturização do texto e a desinformação do leitor'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-3496694887368189714</id><published>2009-10-16T08:47:00.000-07:00</published><updated>2009-10-16T08:57:25.582-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objetos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mobiliário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='significado implícito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação não-verbal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='face'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rosto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mensagem corporal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entonação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fala'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='linguagem corporal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pernas'/><title type='text'>Corpo, objetos e seus significados implícitos</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 55px;font-size:-webkit-xxx-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 18px;font-size:16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Diante da vida agitada e repleta de compromissos que encaramos hoje, percebo que, por vezes, damos pouca - ou nenhuma - atenção aos sinais corporais daqueles com quem convivemos ou nos relacionamos. A fala e a escrita constituem práticas majoritárias em nossos afazeres cotidianos, tanto no ambiente de trabalho quanto no lazer. Usamos o discurso oral em reuniões, palestras, seminários, bate-papo com amigos, o cafezinho da tarde. O escrito aparece em cartas, relatórios, e-mails, textos de mensagens instantâneas e milhares de outras formas de comunicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A ‘Comunicação Não-Verbal’ ou ‘Linguagem Corporal’, entretanto, passa-nos despercebida, pois se manifesta sutilmente nas entrelinhas, nos implícitos, nos significados escondidos de gestos faciais e corporais, nos acessórios que usamos, na escolha dos objetos com os quais adornamos nosso escritório e casa, na posição em que os dispomos, na maneira como nos dirigimos ao outro, etc. Estudada pela Cinética, a Linguagem Corporal é uma área de análise recente, datando as primeiras pesquisas das décadas de 1970 e 1980 nos Estados Unidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Mas por que, pergunta-se o leitor, devo dar importância à temática? Investigações do antropólogo Ray L. Birdwhistell constatam que 65% do significado de nossas conversas estão ligados a canais de comunicação não-verbal, restando 35% de importância para as palavras pronunciadas. Isso mostra que, ao usarmos da fala, nosso interlocutor tende a memorizar mais as mensagens corporais que, instintivamente, transmitimos. O professor Albert Mehrabian confirma a idéia. Seu levantamento aponta que 7% dos significados estão na linguagem falada; 38% são paralinguísticos (entonação e inflexões da voz) e 55% são encontrados em expressões faciais e gestos corporais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Faça o teste você mesmo, amigo leitor! Experimente, enquanto alguém lhe dirige a palavra, balançar afirmativamente a cabeça em intervalos curtos de tempo. Esse pequeno gesto corporal estimula, segundo pesquisas, que a pessoa com quem você interage fale até quatro vezes mais do que faria sem o gesto. Outra dica é espelhar, ou seja, imitar posturas corporais de indivíduos dos quais você deseja se aproximar. Apertar a mão com a mesma firmeza, olhar firme e centrado, sorrir mostrando os dentes e inclinar o corpo na direção de quem fala são indicativos de sinceridade e podem ajudar a abrir portas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Esses sinais invisíveis, considerados por autores da área como os mais honestos (visto que dificilmente os controlamos de forma consciente), também podem colocar barreiras às relações interpessoais. Braços e/ou pernas cruzadas, objetos colocados à frente do corpo como bolsas e pastas, sobrancelhas franzidas e mãos apoiadas no queixo indicam resistência, desinteresse ou mesmo apatia sobre o que está sendo dito ou exposto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A posição e o uso que se faz do mobiliário e seus adereços também contribui para criar empatia ou antipatia. Cito um exemplo corriqueiro, mas não desimportante, que ocorreu comigo dia desses. Indo a um otorrinolaringologista, reparei que o bebedouro com água mineral teoricamente destinado aos pacientes que aguardam ser atendidos se localizava atrás da mesa da secretária. Nele estava escrito: “se quiser água, solicite à secretária”. Pensei: aqui até a água é racionada? Ao entrar no consultório, reparei que uma distância de 5 metros separava a cadeira do paciente da do médico. Ao tentar chegar a cadeira mais próxima, qual foi minha surpresa ao verificar que ela estava literalmente pregada ao chão. Das duas uma: ou algum paciente tentou raptar a cadeira ou a intenção do ‘médico’ era manter distância ‘razoável’ dos pacientes. Não foi preciso que ele dissesse nada; a frieza nos gestos e a aspereza do ambiente já indicavam a personalidade do ‘profissional’.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-3496694887368189714?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/3496694887368189714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/corpo-objetos-e-seus-significados.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3496694887368189714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/3496694887368189714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/corpo-objetos-e-seus-significados.html' title='Corpo, objetos e seus significados implícitos'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6715964038355152576.post-161765454848092420</id><published>2009-10-12T15:12:00.000-07:00</published><updated>2009-12-06T05:38:01.857-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='informacionalismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='confiança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações interpessoais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desconfiança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pós-industrialismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terceira via'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pós-modernidade'/><title type='text'>A sociedade da (des)confiança</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Sociedade Pós-moderna, Pós-indutrial, Informacional ou Terceira Via. Denominações que tentam definir e explicar o que somos, nossos comportamentos perante situações cotidianas e maneiras como reagimos ao outro com seus valores, cultura, anseios, desejos, diferenças e particularidades infinitas. O sistema do capitalismo selvagem que nos envolve em suas teias de consumo desenfreado (não temos mais o direito, mas o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;dever&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; de consumir!), que manipula e distorce a informação (o que é real e o que é montagem, recortes, omissões), também contribui para que nos afastemos uns dos outros, aderindo ao contato virtual e estabelecendo, cada vez mais, relações interpessoais de (des)confiança. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Podemos entender a confiança como uma relação entre indivíduos que esperam, uns dos outros, uma política de cooperação mútua, em que nenhuma das partes explore os pontos fracos da outra, obtendo trocas e benefícios ‘justos’. Então suponha que eu e você firmamos uma parceria pessoal ou de negócios. Ambos temos determinados interesses em algo que o outro pode nos proporcionar e esperamos, confiantes, que ele cumpra com sua palavra, com os compromisso assumidos, adotando uma postura de cortesia, honestidade e respeito. Se ao final da negociação nós dois cumprimos com esses requisitos é porque somos confiáveis, o que permite a construção de uma reputação positiva: “você pode contar com Fulano porque ele não vai te deixar na mão”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estamos mergulhados numa sociedade da confiança (ou da desconfiança). Exemplificando: vou ao açougue comprar a carne da semana. Peço ao atendente 1,5 quilo de patinho, 500 gramas de filé mignon e 750 gramas de carne moída de primeira. Aqui, eu confio que a balança do estabelecimento está funcionando corretamente, pesando – e cobrando – os valores devidos; o vendedor está me fornecendo o tipo de carne pedida e não outra, mais barata, com nervos, etc., e a qualidade da carne (condições de higiene, acondicionamento, embalagem) é adequada para meu consumo seguro. Ou seja, eu estou confiando naquele açougue, bem como nas pessoas que lá trabalham. Elas com certeza estão agindo de forma ‘justa’, pois esperam que eu volte, compre mais e indique o local para conhecidos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando compro um produto pela Internet, não posso visualizá-lo da forma como me será entregue, como no caso do açougue. Apenas imagino – e confio – que aquela empresa (cuja sede não sei onde fica e cujos funcionários não enxergo) receberá o meu dinheiro e me enviará o produto em perfeitas condições e no prazo estabelecido pelo site. Assim também ocorre se contratamos um indivíduo ou uma empresa para nos prestar um serviço. Por exemplo, um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;personal trainer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; que se compromete em nos fazer emagrecer em x tempo e ainda com saúde. Por sua natureza intangível, imaterial, um serviço não pode ser tocado nem visto, mas seu retorno é percebido ao longo do tempo, nas interações entre consumidor e vendedor. Mais uma vez confiamos na palavra do profissional quando ele diz que não nos fará perder tempo nem dinheiro e pronuncia a palavra mágica: resultado!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Alguns indivíduos, entretanto, confundem a atitude de confiança – desconfiança citada quando recorrem ao famoso QI ou ‘quem indica’. Na verdade, aqueles que adotam essa postura parecem possuir uma espécie de ansiedade, receio, insegurança, medo disfarçado, enrustido, de que “um profissional de ótimo currículo pode prejudicar, roubar a empresa! Nós não o conhecemos!”. Ao passo que alguém indicado por uma pessoa conhecida, de confiança, pode, em princípio, não ter todas as habilidades requisitadas, porém “ele pode ser treinado, vai aprender com o tempo” e principalmente “é amigo do diretor”. Nesses casos, a confiança não é uma transação de benefícios mútuos, e sim uma desculpa frente ao medo de arriscar, frente à possibilidade do fracasso, resultando, muitas vezes, em perda significativa de criatividade e competitividade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;(LUCCHI, M.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Obs.: publicado no Jornal Valeparaibano, seção Opinião (p.2) em 25/10/2009. Disponível em:&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;a href="http://www.valeparaibano.com.br/jornal/valeparaibano/vp00140/vp00140Integra.jsp?origem=TemplateInicial&amp;amp;Template=15&amp;amp;Chamada=1&amp;amp;codEdicao=25102009" style="color: #0089aa; font-size: 11pt;" target="_blank"&gt;http://www.valeparaibano.com.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;br/jornal/valeparaibano/&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;vp00140/vp00140Integra.jsp?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;origem=TemplateInicial&amp;amp;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;Template=15&amp;amp;Chamada=1&amp;amp;&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;codEdicao=25102009&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6715964038355152576-161765454848092420?l=anversoereverso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://anversoereverso.blogspot.com/feeds/161765454848092420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/sociedade-da-desconfianca.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/161765454848092420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6715964038355152576/posts/default/161765454848092420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://anversoereverso.blogspot.com/2009/10/sociedade-da-desconfianca.html' title='A sociedade da (des)confiança'/><author><name>Lucchi, Melissa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08411321072935151164</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://1.bp.blogspot.com/-O7qcz56Brqs/Tek0OLFR-xI/AAAAAAAAACo/fMcxcQYpLMw/s220/Melissa%2BLattes.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
